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Alagoas atinge cobertura vacinal de 95,56% contra a febre aftosa

Primeira etapa da campanha de vacinação de bovinos foi realizada em maio e prorrogada por mais 15 dias

Índice de cobertura vacinal permanece como um dos melhores da região Nordeste   Índice de cobertura vacinal permanece como um dos melhores da região NordesteFoto: Dorgival Junior

Texto de Dorgival Junior

A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) informa que, na primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2018, foi registrada uma cobertura vacinal de 95,56% do rebanho de bovídeos do Estado, o que corresponde a 1.042.673  animais vacinados.

 

A primeira etapa – realizada no período de 1º a 30 de maio e que foi prorrogada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) até o dia 15 de junho – teve como meta imunizar 1.091.126 animais.

 

Diante da prorrogação, que foi aplicada diante da falta de vacinas nas revendas de produtos agropecuários por conta da greve nacional dos caminhoneiros, foi encerrada no último dia 20 de junho.

 

A Adeal informou ainda os 102 municípios alagoanos tiveram cobertura vacinal média do rebanho superior a 90%, apesar de terem ultrapassado o índice mínimo exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que é de 80%.

 

“O criador alagoano está de parabéns. Ele cumpriu com o seu papel vacinando os animais e declarando nos escritórios da Adeal. Apesar dos entraves durante a campanha, que chegou a ser prorrogada, conseguimos manter o índice de cobertura vacinal como um dos melhores do país”, declarou Augusto César Jatoba, presidente da Adeal.

 

O órgão de defesa alerta que o criador que deixou de declarar pagará, por propriedade, o equivalente a 30 Unidades Padrão Fiscal do Estado de Alagoas (UPFAL). Já o criador que também deixou de vacinar o rebanho deverá pagar uma multa dez UPFAL.

 

Enquanto não estiver com a situação regularizada junto a Adeal, o criador fica impossibilitado de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA) e, consequentemente, de transitar e ou comercializar os animais.

 

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